Biolubrificantes : crescimento e oportunidades

 

Historicamente, os biolubrificantes representam uma pequena porcentagem do mercado global de lubrificantes acabados. Os mercados líderes em biolubrificantes se localizam principalmente na América do Norte e na Europa, incluindo os Estados Unidos, a Alemanha e os países nórdicos.

 

Em 2014, primeiro ano que a Kline passou a  monitorar esse  mercado  em nível  global, o mercado de biolubrificantes aparentava ter um grande e latente  potencial. Todavia, demorou mais do que esperávamos para  esse potencial  se  converter  em realidade. Ao que tudo indica, as iniciativas de agências governamentais, juntamente com as regulamentações e o surgimento de óleos básicos de alto desempenho, estão (ainda que moderadamente) colocando em primeiro plano esse segmento que era um nicho.

 

Em 2016, várias agências governamentais dos EUA, como a Força Aérea e o Departamento de Defesa, testaram biolubrificantes para  motores  com a intenção de utilizá-los em veículos terrestres, não táticos, assim que esses produtos estiverem disponíveis no mercado. Se os  produtos  forem aprovados  , essas  agências poderão exigir que esses sejam usados em sua frota de aproximadamente 200 mil veículos. É possível  inclusive  que essa tendência reverbere para todas as frotas das agências governamentais americanas, incluindo as de serviços civis e militares, aumentando esse número para mais de 600 mil veículos.

 

Se o setor público adotar os biolubrificantes, haverá um aumento da demanda nos Estados Unidos e isso, muito provavelmente, influenciará outros mercados do mundo. Tudo isso  torna-se  possível devido à maior disponibilidade de óleos básicos de base bio de alto desempenho que são fornecidos por empresas como a Novvi, a Biosynthetic Technologies e a Advonex.

 

As principais empresas globais de lubrificantes também estão entrando nesse mercado. Por exemplo, em novembro de 2016, a BP anunciou sua entrada no segmento de biolubrificantes com o lançamento do óleo de motor Edge Bio-Synthetic, o primeiro produto de base vegetal da empresa. A BP afirma que o produto é idêntico a outros produtos da BP e da Castrol em termos de desempenho. Entretanto, um quarto da formulação é de base vegetal. Espera-se que o produto chegue ao mercado no início de 2017. Outros fabricantes provavelmente seguirão o mesmo caminho. A conjunção  portanto de aspectos regulatórios; maior oferta; e  demanda   apontam para um  crescimento sensivelmente mais expressivo do  mercado  de  biolubrificantes nos próximos  cinco anos.

 

Essas constatações (e muito mais) estarão disponíveis na próxima edição do nosso relatório Bio-lubricants: Market Analysis and Opportunities, que  deverá ser publicado em meados de 2017.

 

Para maiores informações, entre em contato com a Factor-Kline.

 

 

 

 

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