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Sintéticos, AFVs e comércio online oferecem oportunidades para a Indústria Global de Lubrificantes

 

A demanda global de lubrificantes acabados alcançou aproximadamente 40 milhões de toneladas em 2017. PCMO/MCO continua liderando a demanda desde 2016, apesar das projeções para os próximos anos indicarem um crescimento mínimo. No entanto, segmentos em crescimento, incluindo sintéticos, lubrificantes de baixa viscosidade e veículos de combustível alternativo (AFVs, em inglês), entre outros, oferecem inumeráveis oportunidades para fornecedores.

 

A Factor-Kline estima que a Shell é a líder global em fornecimento de lubrificantes automotivos e industriais pelo 12º ano consecutivo, seguida pela ExxonMobil. As cinco melhores fornecedoras de lubrificantes – Shell, ExxonMobil, BP, Total e Chevron – são responsáveis por mais de um terço das vendas globais em 2017.

 

“O portfólio de lubrificantes da Shell é igualmente equilibrado entre veículos leves, veículos comerciais e industrial, o que deve proteger a empresa contra qualquer declínio significativo de vendas e perda de consumidores, conforme a frota de veículos de passageiro globalmente migra de motores de combustão interna para combustíveis alternativos como bateria elétrica, por exemplo.” comenta George Morvey, Gerente de projetos da Kline. “A região Ásia-Pacífico é onde a Shell obtém a maior parte do volume de vendas de lubrificantes acabados, seguida pela América do Norte. Os veículos leves destas regiões são constituídos por veículos de duas rodas e carros/SUVs/minivans, os quais a Shell cuida da lubrificação com ajuda dos produtos da marca Advance and Helix.”

 

Huibert Vigeveno, Comercial Global da Shell, Vice-Presidente Executivo (incluindo o segmento de lubrificantes da Shell), disse: “Isso é uma conquista fantástica para os Lubrificantes Shell e testemunho do nosso foco em atender às novas necessidades de nossos clientes com inovação contínua de produtos e serviços, liderança técnica e investimento em nosso portfólio de marcas. Nós operamos em um ambiente que está em constante mudança, porém nosso forte histórico em desenvolvimento de lubrificantes, junto ao nosso digital e serviços oferecidos, garante que estamos bem posicionados para liderar as mudanças e oportunidades que a transição energética traz.” Os mercados dos 20 principais países juntos representaram mais de 80% da demanda de PCMO global em 2017. Os Estados Unidos são o maior mercado, com 21% da demanda mundial em 2017, seguido pela China. Os dois mercados estão no espectro oposto de desenvolvimento e oportunidades.

 

Favorecendo os produtos premium, os E.U.A. possuem um mercado de 5W e 0W com grande penetração de lubrificantes sintéticos, oficinas franqueadas e independentes, e de supertrocas de óleo – que se tornaram os provedores de serviços mais procurados no país. A demanda volumétrica de PCMO caiu, afetada pela baixa nas vendas de veículos, crescimento de HEV (veículos elétricos híbridos), PHEV (veículos elétricos híbridos plug-in), BEV (veículos movidos a bateria elétrica) e empresas de compartilhamento de caronas. Entretanto, esse velho mercado oferece oportunidades em novos setores como o de trocas de óleo e comércio online, entre outros. Na China, por outro lado, demonstrou aumento da demanda em 2017 e possui uma previsão de crescimento de aproximadamente 1.4% até 2027. A mudança contínua para os produtos sintéticos, juntamente com uma expansão de AFVs, serãos os drivers tanto nos países desenvolvidos quanto nos países em desenvolvimento.

 

Com uma taxa de crescimento anual de quase 9% em 2015, enquanto a demanda geral de lubrificantes cresceu 0,7%, sintéticos alcançam 21% do mercado global de lubrificantes acabados em 2017, de acordo com nosso relatório de inteligência competitiva “Global Synthetic Lubricants”.

 

A inserção de PCMO sintético varia significativamente de acordo com cada país. Mercados de países tradicionais como Reino Unido, França e Alemanha possuem altos índices de inserção e oportunidades mais limitadas. Em novos mercados, os esforços dos fornecedores continuam a aumentar a conscientização dos consumidores. Por exemplo, no México, a demanda de materiais sintéticos é principalmente para veículos utilizados em fábricas.

 

Testemunhando a participação de vários setores, como OEMs, ILMAs e marcas privadas, o mercado sintético de PCMO é intensamente competitivo e terá cada vez mais entrantes.

 

"Os lubrificantes sintéticos de marca própria estão prontos para ganhar participação de mercado nos próximos cinco anos, impulsionados pela oferta crescente de produtos básicos e marcas privadas, como a AmazonBasics", comenta David Tsui, gerente do relatório. “No entanto, há um risco de mercantilização do mercado de lubrificantes sintéticos, já que muitos consumidores já veem produtos de marca privadas (em outros mercados) como equivalentes ou substitutos para marcas multinacionais”.

 

A inserção de HDMO sintético é muito menor em comparação a PCMO, com a demanda técnica limitada por parte das OEMs, mas, ainda sim, em desenvolvimento, sendo o principal driver deste mercado. O SAE 15W-40 continuará como o gradiente de viscosidade preferido durante o período de projeção, sugerindo que o mercado de sintéticos continuará pequeno e que os lubrificantes de Grupo II serão o potencial padrão dos lubrificantes básicos. No entanto, a demanda de 10W cresce como resultado da API CK-4/FA-4, conforme as OEMs atualizam suas frotas. A nova categoria API está ajudando a trazer sintéticos para o grande público no segmento comercial, mas enfrenta um caminho difícil pela frente.

 

Em publicação contínua desde 2003, “Global Lubricants: Market Analysis and Assessment” fornece uma análise abrangente e aprofundada de produtos lubrificantes automotivos e industriais, indústrias de uso final, classes comerciais, principais fornecedores e tendências de mercado que abrangem mais de 60 países.

 

O estudo fornece uma análise global abrangente do negócio de lubrificantes sintéticos, com foco nas principais mudanças, desafios e oportunidades de negócios.

 

Para mais informações, entre em contato com a Factor-Kline

Fonte: Kline & Co

 

 

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